Se você não tem o que ama, então ame o que tem.

Postado por Mila Orrico

Olá Pessoas Agradáveis!

As vezes fico intrigada com algumas pessoas que parecem não conseguir alcançar o estado de contentamento, que é a consequência de um momento feliz. São pessoas que não se sentem felizes por não conseguirem sentir satisfação com o momento presente, não se sentem amadas pelas pessoas que estão próximas, por um simples motivo: não valorizam o que têm.

Se você não tem o que ama, então ame o que tem.

Se você não tem o que ama, então ame o que tem.

Se você não tem o que ama, então ame o que tem.

Algumas pessoas nunca estão satisfeitas, dão mais valor a quem não se importa tanto com elas do que às pessoas que as amam de forma incondicional. Estas pessoas parecem ter um problema de foco. Se recebem uma visita, agastam-se em reclamar de um outro que não foi visitar-lhe, ao invés de aproveitar o tempo com quem foi. Ao invés de sentir-se feliz pela presença, reclamam da ausência.

Se recebem uma benesse divina, passados os primeiros momentos de satisfação, põem-se  a reclamam por ainda não terem conquistado tudo que almejam. Ao invés de sentir-se grato pelo que ganhou, reclama do que ainda não tem.

Não conseguem desculpar pequenas ofensas, se entregam a um grande melindre quando se vêem à frente de qualquer mal entendido. Transformam os problemas de percurso em grandes tempestades, sem conseguir manter a fé e a paciência, necessárias para alcançar todos os objetivos. Não entendem que o importante é o esforço para conquistar.

Há muros que só a paciência derruba, e ponte que só o carinho constrói.

ha muros que so a paciencia derruba

Há muros que só a paciência derruba, e ponte que só o carinho constrói.

Um dos grandes motores dos ciclos de insatisfação que as pessoas vivenciam é o comportamento egocêntrico. Todos nós somos um pouquinho egocêntricos, e fazemos um pouco disto tudo que acabei de citar, e isto é até normal para um planeta que se encontra em evolução, então para que fique claro, me refiro aqui aos que ainda são excessivamente egocêntricos, que são excessivamente infelizes.

Se você tiver a expectativa de que o mundo gire ao seu redor, que as pessoas sempre façam o que você quer, o que você pede, o que você deseja, seu foco estará sempre nas pessoas que não fazem a sua vontade, e frequentemente você se sentirá decepcionado.

Ora, apenas você é o responsável pelas expectativas que você cria. É justamente o excesso de expectativas que gera as decepções. Eu quero, mas é um direito do outro fazer, ou  não, a minha vontade, por melhor que seja o meu querer.

Para o egocêntrico, as pessoas que já vivem para lhe agradar deixam de ser interessantes, e passam a não merecer mais atenção…
Explico: 
se as pessoas que te amam estão sempre disponíveis, e estão sempre à mercê de suas vontades, então o egocentrismo faz com que você acredite que já não precisa mais conquista-las, o amor passa a ser uma exigência, pois elas passaram a fazer parte de uma coleção de servos do seu ego.
Aí você relaxa e passa a sentir apenas ciúmes delas, porque tem a ilusão de possuir. Porém, não lhe parece mais tão importante lhes dar atenção, porque de forma inconsciente você acredita que não precisará mais cultivar amor, elas sempre estarão lá, fazendo suas vontades, ao contrário das outras pessoas que você ainda não cativou. 

O que você tem e não valoriza a vida vem e lhe tira.

o que voce tem e nao valoriza a vida vem e lhe tira

O que você tem e não valoriza a vida vem e lhe tira.

Estas pessoas, as excessivamente egocêntricas, normalmente são manipuladoras, sempre dão um jeitinho de ter suas vontades obedecidas. E nós devemos estar atentos para identificar quando estamos vivendo na situação de servos de um egocêntrico, pois, este é um relacionamento que mais machuca que afaga,  já que o amor não é mútuo. As pessoas que o egocêntrico já conquistou são menosprezadas, então acabam abandonando as tentativas de manter o seu amor, e se vão. É uma narrativa um pouco piegas, mas é isto que acontece em todo tipo de relacionamento. O egocêntrico nem percebe o porquê de “sempre perder seus amores já conquistados”. Se isto acontece com você, talvez seja porque você se distrai, deixa de amar e passa a magoar.

Você não tem que perder pra dar valor. Tem que dar valor pra não perder.

Você não tem que perder pra dar valor. Tem que dar valor pra não perder.

Você não tem que perder pra dar valor. Tem que dar valor pra não perder.

Sempre defendi a ideia de que se queremos fazer algo por alguém, façamos por nossa própria satisfação, não esperando a retribuição. Quem faz simplesmente porque ama não “passa na cara”, nem se decepciona.

Por outro lado, preciso lembrar que embora precisemos praticar as virtudes que o Evangelho nos ensina, ainda vivemos na condição se seres humanos imperfeitos, ainda sem preparo para vivenciar o Ágape (amor divino, incondicional, que não exige retribuição). Por isto, é sensato que, quando a ausência de retribuição começar a nos fazer mal, quando nos sentirmos explorados, quando nossa presença nos faz sentir como se estivéssemos ausentes, procuremos novas fontes de amor.

Aprenda a dar sua ausência pra quem não valoriza a sua presença.

aprenda a dar sua ausência para quem nao valoriza sua presença

Aprenda a dar sua ausência pra quem não valoriza a sua presença.

Com certeza há ausência de Amor no coração onde habita o egocentrismo, que é filho legítimo do egoísmo. Mas, isto não faz da pessoa um pecador irreparável, e não acredito que devamos ser indiferentes com estas pessoas, porque Jesus não o foi para conosco, tão cheios de deficiências morais.

O egoísta é assim porque ainda não aprendeu a amar, não teve exemplos suficientes; há nele ausência de amor. O egoísmo nos torna infelizes por que cega e ensurdece o coração. É o egoísmo que nos faz agir de forma egocêntrica, que nos faz deixar de nutrir amor pelas pessoas. O egoísmo é como uma doença da alma. Sim, é tudo culpa dele!

E qual o remédio, o contrário de egoísmo? O velho e bom amor!

Quando não temos amor perdemos até o que não temos, o que poderíamos vir a ter. Lembrando as palavras do Cristo:

Porque, àquele que já tem, mais lhe será dado e ele ficará na abundância; àquele, entretanto, que não tem, mesmo o que tem lhe será tirado. Falo-lhes por parábolas, porque, vendo, não vêem e, ouvindo, não escutam e não compreendem. – Mateus 13:12-13

A maior parte da humanidade é infeliz porque ainda é egoísta. O maior problema desta forma de “levar a vida” é que você não se preocupa com os pensamentos e os sentimentos relacionados àqueles que estão ao redor, e a consequência disto é uma constante chuva de decepções. É que o egoísta não aceita que as pessoas não façam sua vontade, por isto ele sente ciúme, ele prende, ele sufoca. Ora, somos livres, ninguém tem a obrigação de fazer a vontade do outro, mas se não avisarem ao “outro”, ele não vai saber.

Quando vejo as pessoas transbordando de ciúmes, eu que sou defensora ferrenha do amor livre de cobranças, lembro sempre das palavras do querido Chico Xavier, que falam de forma tão doce sobre o amor autêntico, desprendido de ilusões, que muitos de nós ainda não conseguem sequer vislumbrar:
O amor não prende, liberta! Ame porque isso faz bem a você

o amor não prende, liberta
O amor não prende, liberta! Ame porque isso faz bem a você
Ao invés de amarem o que têm, muitos de nós fazem o movimento contrário, reclamam do que não têm. Muitas vezes perseguem os amigos e familiares que se mantêm mais distantes, cobrando afeto. Se utilizando do “direito de sentir ciúmes”, publicam mensagens no facebook, e em outras redes sociais, com “indiretas” que agridem de todas as formas. Buscam de forma equivocada o amor dos que estão distantes, sem valorizar àqueles que estão próximos, perdendo a chance de cativar a todos. Não entendem que têm ali uma oportunidade de estar perto, mesmo que seja apenas através de uma tela.

Vivem cobrando nossa presença, mas não entendem que o amor do outro não será conquistado à força de palavras agressivas. O amor não será conquistado através de mensagens que expõem sua sinceridade cruel, seu sentimento desequilibrado e carregado de melindres por não ter do outro o que deseja. Não permitem que suas mentes acolham o ensinamento cristão que expressa que devemos fazer ao outro aquilo que desejamos para nós, ou seja, se você quer ser amado, seja amável.

 se você quer ser amado deve ser amável.

Se voce quer ser amado seja amavel

 se você quer ser amado deve ser amável.

Pessoas egocêntricas acabam perdendo o pouco que têm, buscando o amor que não têm. Preterindo, e muitas vezes magoando, os que já as amam, que não exigem esforços hercúleos em troca de um pouco de afeto. Não vêem que são os amigos e familiares próximos, os que as amam com maior intensidade, que merecem seu tempo e dedicação, são os que merecem seus esforços, é com estas pessoas que é preciso manter os laços de afeto.

Ao invés de sentirem-se contentes com o que estão vivenciando no momento presente, estão sempre ansiosas com o olhar no futuro que ainda não aconteceu, ou angustiadas com o passado que já passou.

Para que não seja mal interpretado preciso acrescentar que não é intenção deste texto fazer apologia ao “só o hoje é que importa”.  A ideia central é enfatizar que é preciso construir o futuro com a oportunidade que nos é dada no hoje, com o que se tem agora, com as pessoas que estão conosco dispostas a nos amar agora, sem excesso de expectativa, sem a angústia do desejo de reviver o que já passou.

Assim como o pensamento de Heráclito, que diz que ninguém pode entrar duas vezes no mesmo rio, afirmo também que ninguém pode sentir a mesma sensação de felicidade duas vezes, o passado já passou, não volta mais, nunca mais será do mesmo jeito, da mesma forma que se entrarmos no rio novamente, não encontraremos mais as mesmas águas. E o futuro, ele será apenas uma consequência do momento presente, se não vivemos o presente, o futuro será construído destes blocos de vazio que moldamos num momento que vai se chamar passado.

Enquanto continuar reclamando do que não tem, de quem não está perto, de quem não ama como no passado, o presente será sempre preenchido pela angústia gerada pela saudade do que já foi, e pela ansiedade de viver o amanhã. E este ciclo não terá fim para quem não acordar para o fato de que a vida acontece agora. Se você não tem o que ama, então ame o que tem.

Quando eu deixei de olhar tão ansiosamente para o futuro

quando eu deixei de olhar tão ansiosamente

Lágrimas e despedida na Terra… Festa e reencontro no Céu!

Postado por Mila Orrico

A dor da perda de alguém que amamos é pungente e causticante, mas aos poucos ela é substituída pela saudade que traz a lembrança dos bons momentos, e pela esperança do reencontro. Embora nunca estejamos preparados, a grande certeza que temos nesta vida é a de que podemos retornar à pátria espiritual a qualquer momento. Evite despedir-se de alguém que você ama muito sem lhe mostrar o quanto o ama. E se brigar, faça as pazes rápido. Peça desculpa, a relação é sempre mais importante do que manter o orgulho. Não deixe pra depois, pois o depois pode não existir.

A vida continua, mas como ela continua?

Com a sutil noção que tinha sobre a vida após a morte, Paulo de Tarso escreveu em sua primeira carta aos Coríntios:

“Mas alguém dirá: Como ressuscitarão os mortos? E com que corpo virão?” 1 Coríntios 15:35

“Semeia-se corpo natural, ressuscitará corpo espiritual. Se há corpo natural, há também corpo espiritual.” 1 Coríntios 15:44
Quero esclarecer meu entendimento em relação a palavra ressuscitar. Segundo o estudioso de línguas, ex-padre e especialista em hermenêutica bíblica, Carlos Pastorino:

EGEÍRÔ é a origem grega da palavra ressuscitar, composta de GER com o prefixo reforçativo E (cfr. o sânscrito ajardi, que significa “estar acordado”) tem exatamente o sentido de “despertar do sono, acordar“, ou seja, passar do estado de sono ao de vigília.

Simplificando, ressuscitar neste caso é uma referência a “renascer”, assim, a alusão de Paulo de Tarso a semear se encaixa perfeitamente com o nosso costume de enterrar o corpo que está morto. A semente enterrada morre, e depois disto nasce um novo corpo. O discípulo Paulo deixa bem claro que não é o mesmo corpo que vai renascer, mas que o Espírito é o mesmo.

Sempre tive a expectativa de saber como será a minha chegada lá, mas não penso em relação ao corpo, minha expectativa está em saber como será o sentimento de retorno. Nesta vida desejo alcançar os 100 anos, mas a certeza de que pode acabar a qualquer momento me dá a lucidez necessária para viver cada momento intensamente.

Estar ciente disto me ajuda a não me apegar a bobagens, não me melindrar com as atitudes e palavras equivocadas dos outros. Ter esta noção me faz amar meu marido, minha mãe, meus irmãos e minhas amigas com devoção. Tento não perder a oportunidade de ser útil a quem que seja. Gostaria de deixar saudade, não dor. Vivo me esforçando diariamente para que quando for chamada de volta seja recebida com festa, para que tenha cumprido pelo menos parte do que me propus antes de encarnar. O meu esforço é para que, no retorno, eu seja pelo menos uma pessoa melhor do que era na chegada à Terra.

Amo este texto de Chico Xavier sobre o que ele esperava dos amigos em sua morte, eu faço minhas as palavras dele, se eu morrer antes de você:

se eu morrer antes de vc_chico xavier_

Já lí em diversos livros do Espírito André Luiz (psicografados por Chico Xavier), que na chegada ao mundo espiritual, se fomos bem sucedidos em nossa missão na Terra, somos recebidos com a mesma alegria que fomos recebidos quando nascemos.

Recentemente fiz uma viagem à São Paulo para acompanhar minha irmã Márcia em uma cirurgia complexa. Viagem longa para reencontrar uma pessoa que amo, em um local diferente para mim, com um objeto específico. Chorei a despedida, por ter que deixar meus amore de convívio diário para passar um tempo indefinido em outro lugar. Mas, parti com a certeza do reencontro, do retorno algum dia. Quando cheguei ao destino, a dor da recente despedida foi substituída por alegria. Me senti feliz por encontrar quem amo e não via a muito tempo, por estar ao lado dela. Eu sabia que em algum momento, quando minha presença não fosse mais necessária, teria que novamente chorar a despedida, e me alegraria com a expectativa do reencontro com aqueles que deixei em meu local de origem. Tudo correu bem na cirurgia, e após a alta no hospital, retornei para Salvador sem ela, que só poderia voltar 30 dias depois. Sai de lá triste por deixa-la, mas cheguei em Salvador com o coração cheio de alegria, fui recebida por outros amores que aguardavam meu retorno.

Pois bem, a morte física é assim, o retorno de uma viagem a trabalho, cumprida a missão é hora de retornar. Enquanto aqui a despedida é triste e dolorosa, lá a chegada é festa cheia de alegria.

O filme baseado no livro chamado “E a vida Continua… ” mostra uma cena em que é chegado o momento de um Espírito reencarnar, e lá, seus familiares se despedem com semelhante sentimento de perda ao qual nós nos despedimos de nossos entes queridos, em sua morte física. Mas, logo após, ao renascer com novo corpo na Terra foi recebido com imensa alegria. O que é motivo de tristeza em um lugar é motivo de alegria em outro.

Fica aqui a minha mensagem para todos que são abruptamente separados de seus amores, que a esperança de que um dia estarem juntos novamente preencha seus corações:

Aqueles que amamos não morrem jamais, apenas partem antes de nós. Chico Xavier

As respostas de Chico

Postado por Mila Orrico

Olá Pessoas Agradáveis,

Algo que sempre me impressionou em Chico Xavier foi como ele conseguia responder com assertividade, clareza, de forma suscita e sempre com larga dose de doçura às perguntas diversas que lhe faziam, e principalmente às ofensas que lhe dirigiam. Suas respostas sempre eram pautadas no Evangelho, e eu quero taaaaanto aprender com ele.

Lendo os livros que ele psicografou a gente consegue entender que esta atitude equilibrada é resultado do convívio com os Espíritos mais burilados, mas além disso é resultado de muita disciplina para com as próprias emoções, o verdadeiro manejamento da vontade.

No mês passado, com o filme As Mães de Chico foram concluídas as comemorações pelo centenário do querido Francisco Cândido Xavier. E, embora ele não esteja mais entre nós em corpo, sua presença em Espírito é sensível, e sua lembrança inesquecível.

Quando Chico regressou novamente à Terra, ou nasceu, para os mais tradicionais, o Livro dos Médiuns comemorava seu 50º aniversário. Será que este retorno à Terra foi  um presente à esta obra que Allan Kardec codificou? Eu acho que sim! Para mim e para muitos outros ele foi o médium de Jesus. Acredito que seu nascimento foi um presente ao Espiritismo, e por consequência um presente ao nosso planeta.

A obra literária de Chico é vasta (olha aqui a bibliografia completa), mas a sua maior obra, assim como a de Jesus, foi a dos bons exemplos que ele nos deixou. É na exemplificação que o servidor do Cristo resplandece. Chico nos mostrou que é factível e real a possibilidade de vivenciar a  regra de conduta que é a pedra filosofal do Espiritismo: fora da caridade não há salvação.

Falando em caridade, literalmente “more than words”, esta é a palavra que define o maior mandamento ensinado por Jesus : amor à Deus e ao próximo. Na prática, o termo “caridade” define muito mais atos do que a descrição paupérrima do dicionário:  esmola, favor.

Assim como há várias formas de amar, podemos identificar alguém que é caridoso, que ama à Deus, de milhares formas, mas é fácil concluir que apenas se auto-intitulando caridoso não é uma delas. De maneira simples e assertiva, como Kardec tanto apreciou, amar a Deus é FAZER o bem.

Chico nos deixou 451 livros psicografados, mas, muito mais que isso, na Terra, Chico foi um manancial de caridade. A humildade foi atitude constante em sua vida, da mesma forma em que Jesus que foi a excelência em humildade não se auto-intitulou perfeito,  nem ser qualificado como “bom” ele aceitou, Chico também nos presenteou com grande modéstia e pureza de coração quando em diversas vezes rejeitou a fama de homem perfeito e iluminado que lhe quiseram atribuir.

Deixou sempre muito claro que, não por sua vontade, ainda conservava valores íntimos menos admiráveis, e que assim como nós, ainda se encontrava na maior luta do ser humano: vencer a si próprio. Não, segundo a sua própria opinião, ele não era um Espírito de Luz.

Certa vez recebi um e-mail interessantíssimo, de minha grande amiga Ítala Braga, com temas diversos, onde é possível clicar no tema e ler algo que Chico falou sobre o determninado tema. Não sei de quem foi esta valorosa idéia, mas que seja sempre útil a todos nós.

Respostas de Chico Xavier

Clique em qualquer tema que você quiser e obterá a resposta.